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Emparn prevê queda de temperaturas
Publicado em 11.03.2010
Nas últimas semanas, o potiguar tem sofrido com as altas temperaturas. Em Natal e no interior, o assunto é um só: o calor. As pessoas tentam amenizar a sensação térmica como podem. E quem sai lucrando são os vendedores de água mineral, água de coco, picolés e sorvetes.
A notícia boa é que a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) está prevendo que esse quadro mude nas próximas semanas, quando está previsto o início do período chuvoso na Região semi-árida, normalizando a temperatura.
No entanto, a Empresa alerta que as chuvas não serão constantes. A previsão para este ano é de um inverno pouco intenso, com chuvas abaixo do normal para o período de março, abril e maio.
Os meteorologistas explicam que a falta de chuva está sendo ocasionada pela formação de um centro de Alta Pressão sobre o norte da região Nordeste, em função da presença do El Niño no Oceano Pacífico.
O fenômeno também tem contribuído para o aumento da temperatura, uma vez que sem as chuvas, parte da energia que seria gasta para evaporar a água da chuva, se transforma em calor, aumentando a temperatura do ar.
A sensação térmica, segundo as definições, é a temperatura que sentimos provocada pelo efeito combinado entre a velocidade do vento e a temperatura do ar marcada pelos termômetros.
A equação é simples: umidade relativa do ar acima de 75%, com ventos fracos, resulta no aumento da sensação térmica em valores que podem variar entre 2ºC a 4ºC. Quando o vento é forte, renovando constantemente o ar, a sensação térmica é de mais frio.
Com o início das chuvas, a tendência é que a temperatura volte ao normal, com uma média variando entre 28ºC e 29ºC. Alívio para os potiguares que, nos dias mais quentes, chegaram a enfrentar sensação térmica de até 36ºC neste verão.
Fonte: Nominuto.com









